Laasya Rajaram

- Nome: Laasya Yaksha Rajaram
- Idade: 17 anos
- Nascimento: 12 de novembro de 1993
- Avatar: Suhana Khan
- Raça: Shadowhunter
- Arma Favorita: Chakram
- Sexualidade: Bissexual
- Parabatai: Ishara Rajaram
- Residência: Instituto de Nova York
- Gostos: Como foi criada em praticamente um berço de ouro Laasya ama e é extremamente habilidosa ao tocar a Tambura. Para alimentar sua vaidade, em conjunto com sua irmã, ela simplesmente ama comprar coisas novas - principalmente quando é roupas. Sendo muito carinhosa com os animais, a morena descobriu sua paixão por eles. Quando mais mais nova que acabou "adotando" uma pomba escondido de seu pai por alguns dias antes de libertar.
- Desgostos: Como foi de acordo com sua criação Laasya não gosta muito de mundanos, mas consegue conviver normalmente - ou não - se for muito necessário ou até obrigada. Ela detesta quando pessoas a baixo dela agem como se fosse superior a ela ou a sua irmã. A indiana tem aversão a Falsas Promessas. As promessas vazias geralmente acende um fogo difícil de apagar.
- Curiosidades: Ela tem uma marca de nascença no glúteo. Tem dois piercings. Durante muito tempo conseguiu se tornar ambidestra. Tem fascínio por trovões. Tem um diário próprio escrito em sua língua nativa
- Personalidade: Laasya é a perfeita fusão entre autoconfiança e perfeccionismo — uma combinação forjada tanto pela necessidade quanto pela escolha. Desde muito jovem, esforçou-se ao máximo para conquistar o mesmo olhar de aprovação que seu pai reservava à sua irmã mais velha. Mas, mesmo separadas por meros dez minutos de diferença, nunca conseguiu se livrar da sensação de ser "a segunda". Com o tempo, Laasya aprendeu a jogar o jogo com mais inteligência. Desistiu de buscar afeto onde ele nunca foi oferecido e passou a focar em si mesma — nos próprios objetivos, nas próprias regras. Ainda assim, não deixou de esconder cuidadosamente qualquer traço que pudesse contrariar a imagem da filha exemplar que seu pai tanto valorizava. Sua personalidade é marcada por uma duplicidade calculada. Diante de figuras de autoridade — especialmente aquelas que podem influenciar seu caminho no mundo dos Caçadores de Sombras — Laasya adota uma postura quase impecável. Mas com quem não considera digno do próprio esforço, ela não se incomoda em mostrar sua face mais impulsiva, sarcástica e desafiadora. Afia palavras como outros afiam lâminas serafins. Suas respostas vêm rápidas, cortantes, e ela raramente hesita em diminuir quem se coloca em seu caminho.
No início, as coisas foram bastante complicadas, principalmente por sua necessidade constante de agradar figuras de autoridade e pela facilidade com que sua irmã arranjava intrigas nas aulas — o que acabava recaindo sobre ela, já que eram gêmeas. Por muito tempo, a mais nova ficou um tanto abatida com a falta de atenção e, talvez, até de cuidado da irmã. Acabou desabafando suas mágoas com um mundano, cujo nome não se lembrava devido ao estado embriagado em que se encontrava — e que, mais tarde, descobriu ser Arda — durante o casamento de Simon e Izzy. Depois disso, eles passaram a trocar algumas palavras amigáveis de tempos em tempos.
Treinar até seu corpo gritar por descanso se tornou um pequeno refúgio.
Apesar desse crescimento, Laasya não conseguiu fazer muitos amigos ao longo do ano. Passava a maior parte do tempo entre seu dormitório — que foi trocado no meio do ano —, o pátio/área de treinamento e a biblioteca. Sua companhia era, na maior parte do tempo, ela mesma e seu fiel instrumento: o tambura.
Mas nem todos tiveram a mesma sorte. Muitos não sobreviveram, e essas mortes trouxeram à tona lembranças que seu cérebro havia enterrado desde a Guerra Maligna — mortes por todos os lados, pessoas com quem se importava partindo, e seu pai as trancando no Instituto em busca de segurança. A cena da Ascensão revirou o estômago da indiana.