Matteo Santoro

- Nome: Matteo Santoro
- Idade: 16 anos
- Nascimento: 13 de junho de 1993
- Avatar: Andrea Arru
- Raça: Shadowhunter
- Arma Favorita: Adaga Sai
- Sexualidade: Pansexual
- Parabatai: Sem Parabatai
- Residência: Instituto de Nova York
- Gostos: Jogar vôlei, ler livros e cozinhar.
- Desgostos: Abacate, lavar coisas e ficar muito tempo sem comida.
- Curiosidades: Já foi convocado para a ligação nacional da Itália para jogar vôlei, porém não conseguiu ir. Fala 4 línguas (italiano, inglês, francês e português) e está aprendendo 1 (mandarim).
- Personalidade: Matteo, é alguém determinado, com seus objetivos sempre em mente, extrovertido independente de onde esteja, é leal aos que são leais a ele. Ele é observador e imaginador, tudo pra ele sempre tem mais de uma forma de se observar. Ele pensa que o errado nem sempre é errado e que o certo nem sempre é o certo.
Matteo nasceu na Itália, porém morou no Brasil dos seus 5 aos 11 anos, onde aprendeu a jogar vôlei. Após alguns problemas na família tiveram que morar na Itália. Matteo estava tendo dificuldades em se acostumar com a nova escola, novos colegas, nova realidade de vida, e até mesmo com o idioma que já era fluente mas estava com certas dificuldades.
No seu aniversário de 15 ele foi sair com seus amigos para comemorar seu aniversário, eles foram para uma festa. Quando estavam indo embora, Matteo começou a perceber algo estranho, que via desde criança porém não ligava pois pensava que era só algo da imaginação mas agora mais velho começa perceber que não era algo normal e começou a ficar preocupado, os olhos olhos de certas pessoas estavam brilhando, algo comum, mas ele agora percebeu que era real. Durante o caminho até sua casa (ele estava sozinho) ele andava olhando para os lados quando viu, um bicho estranho com uma boca em formato de pinça com 4 pontas e dentes horríveis. Ele ficou com medo mais continuou andando normalmente e tentando limpar sua mente achando que ela estava sobrecarregada e por isso ele estava vendo aquilo. Mas desde então começou a se tornar algo comum, ele via pessoas que dentes enormes, outras com as mãos brilhando e até mesmo o que ele imaginava até então serem cachorros nas ruas com os olhos brilhando estranhamente com tons de azul.
Atormentando com essas visões nada mais estava normal para ele, onde quer que ele olhasse tinha algo estranho, seja para um lago, seja para uma rua deserta, até mesmo para uma pintura onde os olhos pareciam estar se movendo. Tudo continuou o perseguindo, e ele ficando aterrorizado ao ponto de nem sair de casa com medo, até que um homem bateu em sua porta e ele abriu
"Me chamo Simon Lewis" , e depois Simon contou para ele o que estava acontecendo e comentou sobre a Academia das Sombras, onde ele teria diversas aulas com os professores mais experiente e treinas de todo o mundo.
Explicou que nem todo mito é realmente um mito. Matteo que ficou sobrecarregado travou por um instante porém depois de um tempo se recuperando aceita ir até a Academia das Sombras.
No coração da antiga Academia das Sombras, erguida entre montanhas majestosas e envolta por névoas eternas, o ambiente pulsava com uma energia ancestral. As pedras frias, gastas pelo tempo, guardavam segredos de eras passadas, enquanto o cheiro de poeira e velas acesas se misturava ao aroma de ervas secas. Cada corredor ecoava com os sussurros de alunos que haviam caminhado por ali antes, suas risadas e lamentos entrelaçados nas paredes.Inicialmente, o dormitório que Matteo dividia com o Micaias era um espaço simples, mas carregado de histórias. A mobília rústica parecia contar sobre as noites em que os jovens guerreiros discutiam estratégias de combate e compartilhavam sonhos sob a luz tremeluzente das lanternas. O Micaias, com sua presença enigmática e um certo distanciamento, era uma figura que Matteo tentava decifrar. Ele o guiava pelos labirintos da Academia, apresentando os perigos e delícias de cada ritual e tradição, mas com uma reserva que Matteo sentia.
Com o tempo e a dinâmica da Academia, houve uma mudança. Matteo passou a dividir o quarto com o Arda. O novo espaço compartilhado ganhou um tom diferente, mais vibrante e cheio de camaradagem. Guilhermo, com sua energia contagiante e um sorriso fácil, tornou-se um ponto de apoio para Matteo. As conversas se estendiam noite adentro, repletas de planos, piadas e a partilha de esperanças sobre seus caminhos como Shadowhunters.
A biblioteca era um santuário místico, onde prateleiras repletas de tomos antigos se erguiam como sentinelas do conhecimento oculto. O cheiro do papel envelhecido misturava-se ao toque suave da luz que filtrava pelas janelas em vitrais coloridos. Matteo passava horas ali, absorvendo as lições do passado enquanto a sombra dos alunos mais experientes dançava em sua mente. Hakkin, com seu porte imponente e aura enigmática, era uma figura que Matteo admirava à distância. Ele não oferecia palavras de encorajamento; sua presença era suficiente para instigar um desejo ardente de superação.
Os treinos sob a orientação dos mestres eram desafiadores e intensos. Jace dominava a arte da luta com uma precisão inigualável; suas instruções eram como flechas certeiras em meio ao caos da batalha. Cada golpe trocado era uma lição gravada na alma de Matteo, moldando-o para se tornar um guerreiro forte e destemido. Simon trazia uma perspectiva diferente; suas táticas estratégicas ensinavam a importância da mente no campo de batalha, transformando o combate em um jogo de xadrez onde cada movimento contava. Ragnor com seu jeito espirituoso e diferenciado de dar suas aulas, de formas completamente imersiva, até de mais, fazendo com que Matteo criasse um vínculo com este professor. E Clary com sua forma doce, gentil e delicada de dar suas aulas, explicando detalhamento sobre a história Nephilim e sobre todas as runas, o que acabou fazendo com que ela se tornasse sua professora favorita.
A primeira missão oficial chegou como um chamado ancestral. Um demônio menor foi invocado durante um ritual mal-sucedido, e o ar ficou pesado com um misto de medo e excitação. Quando Matteo enfrentou a criatura pela primeira vez, sentiu-se como um herói nas baladas antigas: coração acelerado, músculos tensos e uma determinação inabalável. O calor do combate queimou suas preocupações; quando o demônio se desfez em cinzas diante dele, uma onda triunfante varreu seu ser.
À medida que os meses avançavam, as relações se tornaram mais complexas. Durante uma celebração em honra a um casamento entre duas linhagens antigas da Academia, Matteo encontrou-se em um momento de reflexão sobre sua jornada. A música ressoava pelo salão adornado com flores silvestres e luzes cintilantes; a atmosfera mágica parecia vibrar no ar. Em meio à dança e risos trocados, um impulso incontrolável tomou conta dele — um beijo furtivo selou uma nova dimensão entre ele e Hakkin.
O rito da Ascensão aproximou-se como um evento grandioso sob os auspícios dos ancestrais. Em Gard, Matteo ficou diante do altar iluminado por tochas bruxuleantes; o ar estava carregado de reverência e poder ancestral.
Naquele instante sublime, tudo parecia se encaixar. As sombras ao seu redor tornaram-se aliadas; ele podia sentir a magia pulsando através dele como nunca antes. Era a realização de seu destino: ele era agora um Shadowhunter — guardião das sombras e defensor da luz.
Porém, mesmo em meio à felicidade radiante daquela transformação mágica, uma sombra pairava sobre seu coração jovem. Lembranças dos amigos perdidos nas batalhas anteriores ecoavam em sua mente como lamentos distantes — aqueles que não podiam compartilhar aquele momento glorioso com ele. Era um lembrete constante da fragilidade da vida mesmo em meio à grandeza mágica da Academia.
A felicidade intensa pela própria ascensão misturou-se à dor pela ausência deles — um sentimento agridoce que ressoava profundamente dentro dele. Ele percebeu que agora carregava não apenas suas esperanças e sonhos, mas também as memórias dos que haviam caído na luta contra as trevas.
Quando a proposta chegou, formal e carregada de uma aura de respeito, o mundo de Matteo pareceu se expandir. A família Santoro não era apenas uma linhagem antiga; era um nome sussurrado com reverência em cada Instituto, sinônimo de força, honra e uma conexão inabalável com a causa Shadowhunter. Receber o convite para carregar seu sobrenome foi como ser abraçado por uma história que ele admirava profundamente.
O êxtase que o invadiu não era apenas a alegria de ser aceito, mas um sentimento avassalador de pertencimento. Era como se, de repente, ele tivesse encontrado um lar ancestral, uma raiz que o firmava em um mundo que, até então, ele estava apenas aprendendo a navegar. O sobrenome Santoro era mais do que um nome; era um legado, uma promessa de que ele seria parte de algo maior, de uma teia de proteção que se estendia por gerações.
Imagine a sensação: era como se uma luz dourada emanasse dele, um calor que se espalhava por cada fibra do seu ser. Era a validação de tudo o que ele havia lutado, de cada gota de suor e cada momento de dúvida superados. Era o reconhecimento de que ele não era mais apenas Matteo, o aprendiz; ele era Matteo Santoro, um nome com peso, com história, com um futuro promissor. Um sorriso genuíno floresceu em seus lábios, refletindo o êxtase puro que o dominava.
E então, um novo capítulo se abriu para Matteo. A decisão foi tomada com a mente clara e o coração cheio de anseio: ele iria para o Instituto de Nova York. A cidade que nunca dorme, um caldeirão de culturas e mistérios, prometia um terreno fértil para o crescimento. A felicidade que tomou conta dele foi explosiva — a promessa de novas experiências e aprendizados estava ao seu alcance.
Nova York representava não apenas progresso e modernidade; era uma oportunidade para descobrir novas técnicas de combate e explorar diferentes tipos de criaturas. A energia vibrante da cidade pulsava em seu coração enquanto ele imaginava as aventuras à sua frente. Essa felicidade intensa quase fazia seu espírito levitar — era como se cada batida do seu coração estivesse sincronizada com as luzes brilhantes da cidade.
No entanto, mesmo em meio à felicidade radiante daquela transformação mágica e das novas oportunidades que surgiam diante dele, uma sombra pairava sobre seu coração jovem. Lembranças dos amigos perdidos nas batalhas anteriores ecoavam em sua mente como lamentos distantes — aqueles que não podiam compartilhar aquele momento glorioso com ele. Era um lembrete constante da fragilidade da vida mesmo em meio à grandeza mágica da Academia.
A mistura da felicidade extrema pela Ascensão e pela nova vida em Nova York com a tristeza parcial pela ausência dos amigos criava uma dualidade complexa dentro dele. Ele estava feliz por estar vivo e pronto para lutar, mas também sentia a ausência daqueles que não podiam compartilhar essa jornada com ele.
Era a compreensão profunda de que uma nova era estava começando — e com ela vinha a responsabilidade de honrar aqueles que vieram antes e lutaram ao seu lado. Essa felicidade agridoce tornou-o mais forte e resiliente; cada runa traçada em sua pele era também um memorial silencioso para eles.
E assim, enquanto Matteo Santoro se preparava para embarcar nessa nova jornada em Nova York, ele sabia que carregaria consigo não apenas suas esperanças e sonhos, mas também as memórias dos que haviam caído na luta contra as trevas. Com determinação renovada e coração cheio de emoção, ele estava pronto para enfrentar os desafios que viriam — não só por si mesmo, mas por todos aqueles que haviam moldado sua trajetória até ali.