Min Jiwoo

  • Nome: Min Jiwoo
  • Idade: 35 anos
  • Nascimento: 01 de janeiro de 1975
  • Avatar: Kim Seo Hyung
  • Raça: Lobisomem
  • Arma Favorita: Garras
  • Sexualidade: Homossexual
  • Residência: Casa própria
  • Gostos: Noites frias – o clima da montanha a acalma, especialmente quando a lua está cheia. Música instrumental – especialmente sons de instrumentos tradicionais coreanos como o gayageum. Chás herbais – feitos por ela mesma, com ervas que aprendeu a colher com a mãe. Silêncio da floresta – o som do vento entre as árvores é como um santuário.
  • Desgostos: Barulhos repentinos – a sensibilidade auditiva a deixa facilmente irritada. Cheiros fortes de perfume – a sobrecarregam por causa do olfato aguçado. Falsidade e mentiras – ela tem um bom instinto para detectar quando algo não está certo. Confinamento – odeia lugares fechados e sem janelas. Gaiolas são seu maior medo. Falta de respeito com a natureza – considera a floresta sagrada, e odeia destruição gratuita.
  • Curiosidades: Apesar de preferir evitar combates desnecessários, Jiwoo foi treinada desde os 12 anos em técnicas de caça silenciosa e combate físico corpo a corpo.
  • Personalidade: Min Jiwoo é reservada e observadora, mas extremamente leal aos poucos em quem confia. Ela tem um temperamento calmo, porém perigoso — como uma tempestade prestes a acontecer. Evita conflitos desnecessários, mas não hesita em agir com brutalidade quando alguém que ama está em perigo. Embora lute constantemente contra o lado mais selvagem da licantropia, ela também compreende que seu instinto é parte de quem é. Tem um senso de honra rígido e despreza manipulações e jogos de poder.

Min Jiwoo nasceu no meio de um inverno severo, em Seul, quando a lua cheia se esgueirava tímida pelas nuvens. Era apenas uma garota comum naquela época — filha de Heyjin, uma mulher conhecida na comunidade mundana por sua frieza cirúrgica e silêncio disciplinado. Mas Jiwoo nunca conheceu a doçura materna. Sua infância foi marcada por ausências, ordens rígidas e uma casa que parecia mais uma fortaleza.

Ela não sabia, mas Heyjin era alfa da alcateia de Seul. A transformação veio tarde: aos quinze anos, após um ataque nos arredores do parque florestal do Bukhansan. Jiwoo sobreviveu — mas não era mais humana. A febre, a dor, os ossos se contorcendo em silêncio. Foi então que Heyjin se revelou. Não como mãe, mas como líder. E a verdade veio como um golpe: Jiwoo não foi escolhida, foi empurrada para um mundo oculto.

Entre documentos antigos da avó, Jiwoo encontrou uma carta escrita por Yuna — uma ex-Nephilim acolhida por Heyjin após ter sido transformada. A carta falava de culpa, de amor, de um laço que nunca deveria ter existido. Yuna e Heyjin tiveram um romance. A sombra disso caiu sobre Jiwoo. O nome de Yuna, antes proibido, virou um fantasma permanente. Jiwoo não chorou — mas o uivo naquela noite ecoou por toda Seul.

Ao longo dos anos, treinou seu corpo e espírito. Não queria repetir os erros de Heyjin. Aos dezoito, partiu — abandonou a matilha, a mãe, e qualquer ideia de pertencimento. Nova York parecia longe o bastante. Mas mesmo lá, a liberdade tem preço. Jiwoo precisou se alinhar à matilha local para sobreviver no submundo sobrenatural. Aceitou as regras, mas nunca a lealdade cega.

Hoje, aos 35 anos, Jiwoo vive como uma loba solitária. Trabalha como policial em Manhattan, onde aprendeu a lidar com as estruturas humanas de poder com o mesmo distanciamento que mantém da matilha. Mora sozinha em um apartamento simples, já que a matilha de Nova York não oferece estrutura fixa para os seus membros. A ideia de alcateia, em sua mente, é uma ferida aberta. Família? Matilha? Hierarquia? Não. Jiwoo prefere o frio das ruas e a rotina controlada da lei ao calor sufocante da lealdade imposta. Porque ela não foi feita para pertencer. Foi feita para sobreviver.

RPG Os Instrumentos Mortais: Cidade das Sombras
Desenvolvido por Webnode Cookies
Crie seu site grátis! Este site foi criado com Webnode. Crie um grátis para você também! Comece agora