Violet Schneider

  • Nome: Violet Lyra Sanchez Schneider
  • Idade: 95 anos
  • Nascimento: 10 de abril de 1914
  • Avatar: Alice Pagani
  • Sexualidade: Homossexual
  • Raça: Vampira
  • Arma Favorita: Desconhecida
  • Residência: Loft em Manhattan
  • Gostos: Fotografias, o que a fez comprar uma câmera para registrar belas paisagens e bons momentos. Dias de tempestades. Gosta de caçar regularmente pela floresta mais pacata que tenha por perto, começando ao sol se por e apenas voltando faltando uma hora para o amanhecer. Prefere lugares calmos, como uma biblioteca, uma praia isolada ou um jardim, onde pode refletir e relaxar. Rosas e Camélias
  • Desgostos: Por ter sido alérgica a begônias quando era mundana, ela mantinha um certo desgosto pela planta. Qualquer ato de opressão, discriminação ou traição vai contra seus princípios. Ela não aprecia ser forçada a se abrir ou mostrar emoções antes de estar pronta. Detesta palhaços, mesmo sabendo que tem capacidade de destroçar um.
  • Curiosidades: Ela dança desde os três anos de idade e arrasa no ballet, point, jazz, dança de teatro musical, hip hop, flamenco, dança moderna, contemporânea e sapateado, alguns deles ela ainda dançava mesmo depois de se tornar uma vampira. Amante dos idiomas inglês, espanhol e francês, em especial o francês pois achava um idiota extremamente atraente. Sabe tocar muito bem um violão, bateria, guitarra e flauta. Seu sonho de criança era se tornar uma soldado.
  • Personalidade: Ela possui um temperamento equilibrado. Sua assertividade aparece de forma discreta, mas firme, sendo capaz de defender seu ponto de vista ou tomar decisões claras sem necessidade de imposições. Apesar dessa calma aparente, ela tem uma intolerância absoluta à injustiça, agindo com determinação para revelar a verdade e corrigir o que está errado, independentemente das dificuldades que possa enfrentar. Em emocional, ela é afetuosa e calorosa, mas tende a ser reservada no início, mantendo um certo distanciamento até que se sinta confortável com a outra pessoa. Uma vez conquistada essa intimidade, demonstra seu lado mais amigável e genuinamente amoroso, revelando uma profundidade emocional que nem todos têm o privilégio de conhecer.

Nascida em Meclemburgo-Schwerin, como era chamado até o ano 1918 após a Revolução Alemã onde onde o estado se fundiu com o vizinho para formar um novo estado unido. Violet era filha de pais mundanos, seu pai era um ex soldado norte americano e sua mãe uma enfermeira alemã, ao qual se envolvia com o homem que realmente amava pois seus pais na época não aceitavam que sua filha mais nova se relacionasse com um estrangeiro, o que a fez o encontrar as escondidas e em um de seus encontros que não aconteciam com frequência por conta de toda a dificuldade que ambos sofriam na época, eles acabaram concebendo a pequena Vi, e o casal de amantes nunca mais se viram desde aquela noite.

O ex soldado foi morto voltando para sua casa e a sua amada só descobriu um mês depois quando seus pais jogaram em sua cara toda aquela situação e pelo motivo deles saberem do assassinato a fez cogitar se eles não tinham algo haver com o atentado. Quando descobriu a morte do homem ela entrou em estado de depressão profunda, pois logo após ela foi obrigada a se casar com um político alemão, e no meio de sua situação mental ela acabou descobrindo sua gravidez e para sua infelicidade não foi possível esconder de sua família, que encarando a situação enojados a casou o mais rápido possível para as outras pessoas não descobrirem e teorizarem que ela foi desonrada fora do casamento. Após o nascimento da criança a mesma lhe foi dada o sobrenome do homem que nunca considerou como pai e o mesmo retribuía não a considerando como filha. Em seu nome havia o sobrenome da mãe e do padrasto, ao qual ela simplesmente ignorou a existência fingindo que nunca esteve lá, e anos depois ela considerou o sobrenome do pai biológico no nome, sua mãe nunca a escondeu a verdade e sempre dizia coisas boas de seu pai, as histórias que ela contava em seus raros encontros, o que despertava na criança a vontade de se tornar uma soldado assim como seu pai era.

Violet nunca se deu bem com o padrasto, ambos viviam em uma rixa dentro da própria casa e as vezes sempre terminava com a jovem apanhando e sendo trancada no quarto por horas sem ter contato com ninguém, e só era solta quando sua mãe descobria o que estava acontecendo e tentava intervir. Aos vinte e três anos ela saiu transtornada no meio da madrugada após uma briga muito mais séria com o padrasto que a rendeu um corte na boca e supercílio e vasos de cristais estraçalhdos pela sala de estar, ela estava com muita raiva, se vendo obrigada a se retirar da casa ao ver como sua mãe estava com tudo aquilo tentado apartar toda a discussão antes que explodisse. Detestava ver sua mãe daquela forma, mas nunca abaixaria a cabeça para aquele homem e nem para ninguém.

No meio de sua saída na madrugada ela acabou entrando no meio da floresta que não era muito distante de onde morava e lá ela ficou por alguns minutos até se acalmar, mal percebendo o que havia a sua volta. Quando se acalmou ela se escorou em uma árvore e ficou encarando o céu, os músculos tensionando assim que sentiu uma presença próxima a si mas mesmo olhando para todos os lados ela não conseguiu ver nada, percebendo que estava entrando na parte mais densa da floresta quando, de repente, um homem aparece a sua frente como se tivesse saltado de uma árvore. Violet não teve tempo de correr, outro homem apareceu em suas costas e bloqueou seu corpo com o dele que parecia uma pedra pura de gelo. Não consegui gritar, no momento em que o faria uma mulher apareceu da escuridão e se aproximou se seu rosto respirando seu cheiro, e então fixou os olhares e era como se a Violet estivesse petrificada, ela não conseguia ser capaz de fazer um único movimento, apenas os quais foram mandadas pela desconhecida até que em algum momento acabou perdendo a consciência.

Ao acordar novamente sem saber onde estava, se sentia fraca, seus sentidos mal funcionavam a favor de si e ela tinha os braços e pernas presas a uma cadeira e seu pescoço doía como o inferno, tudo queimava. Demorou até ver e aceitar que as pessoas ali não eram de fato pessoas, e sim vampiros. As histórias que sua mãe a contava antes de dormir não eram apenas história leves de terror. Ela cogitou inicialmente a possibilidade deles serem psicopatas canibais que queriam a devorar ou até mesmo vender suas partes membrais. Mas, no momento em que realmente os viu se transformando naquele ser perverso não tinha mais o que pensar. Ela mau conseguia focar no que aqueles filhos da noite falavam, mas sabia que era sobre si, e novamente ela desmaiou pela falta de sangue necessária em suas veias, seus batimentos cardíacos mais lentos do que deveria.

Ela não saberia dizer em que momento foi soterrada no meio da floresta atrás de um galpão abandonado com cheiro de morte, mas em puro desespero ela cavou para cima sentindo a terra úmida grudar e sujar sua pele morena. Ela sentia sede, muita sede, e não conseguia racionar direito estando com uma fome tão desumana. Ela invadiu o galpão e encontrou diversas bolsas de sangue sobre uma mesa que mais parecia um altar de bruxaria. Ela bebeu todas, secando as bolsas até nada mais restar e se sentir um pouco melhor.

Antes que pudesse sair outra vez daquele lugar as pessoas que a raptaram voltaram e desta vez havia mais pessoas os acompanhando, e eles a levaram para outro lugar fora da cidade. Violet se opôs inicialmente, querendo saber o que havia acontecido, foi tudo tão rápido que ela ainda não processou toda aquela informação. Ela foi obrigada a ir, sendo amordaçada e tendo pés e mãos acorrentados com prata, o que a fez sentir muita dor. Ficar daquela forma a todo o instante a irritava, ela queria entender o que acontecia e não ficar desmaiando.

Bem longe da cidade, dessa vez tendo várias pessoas a sua volta para a segurar caso quisesse provocar outra confusão. Confirmou o que imaginava, foi transformada em vampira, mesmo que o plano inicial das pessoas que a pegaram era apenas de se alimentar do sangue dela, mas no fim a outra mulher a transformou e a levou para o clã que eles tinham na Alemanha, onde ela foi treinada e criou seu próprio autocontrole.

Ela voltou algumas vezes para a cidade, apenas para se certificar como sua mãe estava depois de saber que havia sido dada como morta, o que abalou sua mãe e agradou sua padrasto, que durante anos tentou reconstruir sua família tendo mais uma filha, o que demorou a ter mas teve. Durante anos Violet voltava para a cidade e passava algumas madrugadas observando sua mãe, tentando a ajudar de alguma forma mesmo que de longe. E, após o nascimento de sua meia irmã, não pode deixar de a vigiar também, pois queria cuidar dela e a conhecer de longe se era o que a restava fazer, sendo as duas as únicas pessoas que ela se importava na época. Os anos iam se passando e a vampira acompanhava o crescimento da meia irmã apenas nas noites escuras, e quanto mais a irmã crescia, sua aparência envelhecendo, ela não conseguia conter a tristeza, pois sua mãe não estava muito diferente e ver ela perdendo os anos de vida lentamente sem poder fazer nada e nem sequer poder viver com ela, era triste.

Violet viu sua mãe morrer pela velhice e sua irmã morrer de overdose, descobrir que a culpa era de seu falecido padrasto que morreu de ataque cardíaco, que antes de falecer fez questão de fazer a vida da única filha um inferno, e infelizmente Violet não esteve lá para ajudar pois ela tinha poucas horas de um dia para poder tomar conta da meia irmã, e foi nesse intervalo de horas de uma tarde ensolarada que tudo aconteceu.

Anos se passaram ainda mais e ela não via motivos para continuar na Alemanha, não tinha pessoas pra cuidar, não tinha amigos e não tinha um propósito ali, e foi então que ela decidiu se mudar para outro país, não sem antes lutar na Guerra Maligna quando os vampiros locais a chamaram e sobreviver ao ataque que acabou com centenas de vidas, e após todo aquele acontecimento ela ouviu falar de Nova York, nos Estados Unidos, um lugar que era famoso pela quantidade de submundanos, mundanos e caçadores vivem entre si, a grande maioria se misturando livremente seguindo as leis e principalmente se interessou pelo clã de Nova York, ao qual gostaria de fazer parte e então iria reconstruir sua vida na grande cidade.

RPG Os Instrumentos Mortais: Cidade das Sombras
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